Com pura adrenalina no corpo, chegamos no
auditório do Colombo Park Shopping. Bijijo já nos aguardava na porta e pensava
que tínhamos fugido!
Nos trocamos, aquecemos, a Amanda conversou sobre a luz com o operador e sentamos para dar início ao Katana.
Quando tudo pareceu se aquietar - público em suas cadeiras no grande auditório e as atrizes no palco italiano com cortinas abertas - tivemos que manter o estado e aguardar a Mari apresentar o KATANA e falar da programação do FETECO e também ouvir os sons das últimas preparações da iluminação.
Uma travessia diferente, em um espaço grande para um público de mais ou menos 150 pessoas. Diferente porém não menos especial!
Quando finalizamos Mari, que faz parte da organização do evento, nos apresentou ao público e indagou como foi apresentar o KATANA, um trabalho experimental, em Colombo. Bijijo comentou sobre o processo e como foi apresentar ali, explicando como é importante estabelecer uma relação com a platéia.
Numa conversa rápida de camarim, comentamos sobre a entrega e a energia; as marcações - as mesmas que fizemos para o Teatro Rodrigo D'Oliveira; no tamanho do espaço; na quantidade de público; na projeção de voz; na idade do público (muitas crianças e adolescentes).
Cito algumas palavras de Mari, KATANA, é um trabalho experimental, diferente, difícil (...) As pessoas não estão acostumadas a assistir certas propostas (....) Não sabía como vocês chegariam no final do espetáculo, é muito físico (...) O festival serve para movimentar a cidade, proporcionar peças e mostrar as diferentes maneiras de se fazer teatro.
Foram mais ou menos assim suas palavras na conversa que tivemos antes de ir embora.
Agradecemos pela oportunidade de
estar no FETECO.
Obrigada aos jurados, organização e aos olhares atentos do público, as vezes tímido as vezes surpreso.
Obrigada aos jurados, organização e aos olhares atentos do público, as vezes tímido as vezes surpreso.
